segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Conservação da biodiversidade de Angatuba sendo trabalhada com os estudantes do ensino médio




Concluindo as atividades do
ano de 2017 a escola estadual
Prof. Orestes Óris de Albuquerque
em trabalho interdisciplinar
com as disciplinas de
Arte e Biologia do ensino mé-
dio, foi desenvolvido um projeto
de Oficina de Arte e Educação
Ambiental que contou com
a colaboração de membros de
várias entidades como o grupo
Eco Road, Estação Ecoló-
gica de Angatuba, UFSCar
campus Lagoa do sino e membros
da comunidade que desde
2016 se organizaram e deram
início ao grupo Fórum
Ambiental de Angatuba, onde
contribuíram em diversas atividades
escolares e instigaram
os estudantes sobre a importância
da conservação da biodiversidade
na região de Angatuba.
A sequência desse trabalho
de Conservação da Biodiversidade
serviu de temática
a ser desenvolvida em trabalho
de pintura do muro da escola.
Os estudantes elaboraram
desenhos sobre várias
espécies símbolos dos biomas
característicos da região como
Mata Atlântica e Cerrado que
abriga espécies como o Micoleão-preto,
Lontra neotropical,
onça-parda, quati, capivara
entre outras. Durante as aulas
em trabalhos de pesquisa e
diálogo em sala pudemos dar
mais um passo na busca de
compreender a situação real
em que se encontra o ambiente
natural na área do municí-
pio buscando através dos sinais
da natureza entender e
praticar melhores concepções
para um futuro sustentável. A
pintura no muro simboliza e liberta
a verdadeira essência
que permitiu a espécie humana
a hoje estar a pensar e refletir
sobre as coisas. A arte de
criar.
Professores Isabel Regina
dos Santos Rodrigues e
Victor Hugo Zanetti.


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Oficina de Vídeos Ambientais



Como esse ano foi bom e produtivo! "Oficina de Vídeos Ambientais” para estudantes do Ensino Médio das Escolas Estaduais Ivens Vieira e Orestes Óris de Albuquerque do município de Angatuba. Além do conteúdo teórico, os alunos tiveram a oportunidade de desenvolverem durante o dia um vídeo sobre a Estação Ecológica de Angatuba, desde a elaboração de roteiro, trilha sonora, captura e edição de imagens

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Fotos da 46ª Reunião, última reunião anual do Conselho Consultivo da Estação Ecológica de Angatuba


Fotos da 46ª Reunião, última reunião anual do Conselho Consultivo da Estação Ecológica de Angatuba Realizada no dia 23/11/2017. Nesta reunião foram visitado o Centro de Educação Ambiental com as exposições permanentes que estamos finalizando. Foi um ótimo momento para compartilharmos o resultado do nosso trabalho coletivo. O Resultado foi o esperado. A cada porta ou passagem que se vislumbrava, ouvia o coro: Ohhhh! O impacto dos membros do conselho foi muito positivo. A exposição dos fósseis ficou maravilhosa e chamou muita atenção do público, por isso eu não esperava. Parabéns todos. Foi incrível
Biól. MSc Bárbara Heliodora Soares do Prado
Resp. Téc. Estação Ecológica de Angatuba-IF










sábado, 18 de novembro de 2017

SEGUNDA EDIÇÃO DO “FÓRUM NA FEIRA”

SEGUNDA EDIÇÃO DO
“FÓRUM NA FEIRA”
Ocorreu em Angatuba, no último sábado (18/11), a segunda edição do
“Fórum na Feira”, atividade de educação ambiental resultante dos debates
promovidos durante o II Fórum Ambiental de Angatuba, realizado em
junho deste ano

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

A lontra Neotropical traz pesquisadores portugueses à região de Angatuba

A lontra Neotropical traz pesquisadores portugueses à região de Angatuba






A lontra Neotropical é um mamífero semiaquático com o estatuto de “Quase Ameaçada”, tanto no Estado de São Paulo como no Brasil.
A espécie ocorre nas bacias dos rios Paranapanema e Guareí, e como ainda pouco se sabia sobre a lontra nesta região, os biólogos portugueses Nuno M. Pedroso (CENA/Universidade de São Paulo e Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) e Sofia V. Dias (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) viajaram de Portugal até Angatuba para estudar esta espécie. Os objetivos do seu estudo foram obter informações sobre a distribuição da lontra, avaliar o conhecimento e as atitudes das populações locais para com a espécie e identificar ameaças para lontra e os ambientes aquáticos na região. Esta pesquisa insere-se no projeto de Pós-Doutorado de Nuno M. Pedroso, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (processo nº 2014/08601). Esse projeto conta ainda com o apoio logístico do Instituto Florestal.
Entre outubro de 2015 e junho de 2017, foram realizadas campanhas de campo e entrevistas semiestruturadas a habitantes locais para recolha de informação sobre a lontra. Houve ainda coleta de material biológico de lontra e peixes para análise de eventual contaminação aquática.
As entrevistas e as campanhas de campo permitiram verificar que a lontra apresenta uma presença generalizada na região, pois existe uma boa rede hidrográfica, bastante alimento (peixe) e em muitos locais, uma boa cobertura de vegetação. No entanto, foram identificados fatores de ameaça para a espécie em vários locais da área de estudo, como destruição da mata ciliar para fins agrícolas, diminuição da qualidade da água por descarga de efluentes e resíduos domésticos, e a ocorrência na água de bactérias resistentes a antibióticos por uso de pesticidas agrícolas e contaminação por antibióticos administrados ao gado e para tratamento de doenças humanas.
Os entrevistados revelaram um bom conhecimento sobre a ecologia da lontra, mas desconheciam na sua maioria que esta é uma espécie protegida. Alguns deles ainda relatavam uma predação de peixe por parte da lontra superior à realidade. Atualmente, a coexistência entre as pessoas e a lontra é pacífica, pois a pesca na região não é profissional e a quantidade de peixe nos rios ainda é elevada. No entanto, os usuários de açudes apresentaram atitudes mais negativas em relação à lontra do que os restantes entrevistados, pois esses reservatórios podem ser usados para pesca.
Neste momento, e depois da pesquisa feita, foi conseguida uma bolsa da National Geographic Society para divulgar os resultados do trabalho realizado nas diversas escolas e comunidades da região. Este novo projeto, chamado “Projeto Neolontra”, decorre em agosto e setembro de 2017, com palestras realizadas em bairros, escolas e universidades dos municípios de Angatuba, Guareí e Campina do Monte Alegre.  Nestas palestras é também distribuído material educativo (camisetas, pôsters e folhetos) com informação sobre a lontra Neotropical, os ambientes aquáticos e boas práticas ambientais. A Estação Ecológica de Angatuba/IF, através da sua responsável técnica Bárbara Prado, é parceira deste projeto, contribuindo com os aspectos metodológicos relacionados à educação ambiental, assim como, na divulgação ao público em geral dos valores naturais que inclui a Estação Ecológica de Angatuba.
Para saber mais informações sobre este projeto ou consultar as datas dos próximos eventos consulte a página do Facebook:  https://www.facebook.com/ProjetoNeolontra. Caso tenha alguma dúvida ou queira dar informações sobre avistamentos de lontra, pode contatar pela página de Facebook ou pelo e-mail: projetoneolontra@gmail.com.
Fotos: Acervo Estação Ecológica de Angatuba
Mais informações: Bárbara H. S. Prado – Estação Ecológica de Angatuba – Tel.: (15) 3271-3866 barbarahsprado@gmail.com

domingo, 1 de outubro de 2017

Pesquisadores tentam proteger mico-leão preto em estação ecológica


Pesquisadores tentam proteger mico-leão preto em estação ecológica

O mico-leão preto é patrimônio ambiental de São Paulo e animal símbolo da conservação da fauna do Estado.

Estação Ecológica de Angatuba (SP), no Sudoeste de São Paulo, é cheia de encantos da natureza.
Ela abriga uma fauna rica. Entre os animais encontrados no local está o mico-leão preto, 
que chegou a ser considerado extinto por mais de 60 anos.

Os pesquisadores usam um equipamento para reproduzir o som emitido pelos macacos.
 É uma estratégia para facilitar a aproximação do mico leão.

A pesquisadora Bárbara Heliodora do Prado, responsável técnica pela estação ecológica, 
explica que os animais se interessam pelo som porque pensam que outro grupo da espécie pode estar invadindo o território.

A cabeleira preta chama atenção e dá nome ao mico leão. As florestas de Mata Atlântica 
localizadas em São Paulo são o refúgio desses animais.

A proximidade com rodovias, no entanto, tem sido uma ameaça. 
Vários casos de atropelamento já foram registrados. 
A partir do trabalho de três pesquisadores, duas passarelas 
(uma de madeira e outra de corda) foram colocadas em um ponto estratégico para facilitar a passagem dos bichos.
 Os flagrantes já registrados mostram que os animais vêm utilizando as estruturas e, 
assim, acabando se expondo menos aos riscos que existem em áreas fora da mata fechada.

sábado, 30 de setembro de 2017

Estação Ecológica de Angatuba realiza curso de introdução à observação de aves

Estação Ecológica de Angatuba realiza curso de introdução à observação de aves

Durante durante a atividade de campo foram registradas aproximadamente 60 espécies de aves, como alma-de-gato, surucuá-variado , tucanuçu, japu, miudinho, juruviara, gralha-picaça, fim-fim e anu-branco

Nos dias 29 e 30 de setembro a Estação Ecológica de Angatuba realizou curso de introdução à observação de aves.
O objetivo foi familiarizar os participantes com a identificação de aves em campo, discutir a observação contemplativa e desenvolver a “Ciência Cidadã” (contribuição de leigos com dados obtidos a partir da observação das aves, o que aumenta o conhecimento sobre as espécies). Tendo como premissa “Conhecer para Preservar”, o curso difundiu conhecimento científico, aliando pesquisa e educação ambiental. O evento também possibilitou a divulgação da Estação Ecológica de Angatuba e sua biodiversidade, com ênfase na avifauna local.
Além do conhecimento adquirido, os participantes estão organizando uma apostila sobre as aves observadas durante o curso para disponibilizar online.
Durante durante a atividade de campo realizada na trilha do Mirante foram registradas aproximadamente 60 espécies de aves, como alma-de-gato (Piaya cayana), surucuá-variado (Trogon surrucura), tucanuçu (Ramphastos toco), japu (Psarocolius decumanus), miudinho (Myiornis auriculares), juruviara (Vireo chivi), gralha-picaça (Cyanocorax chrysops), fim-fim (Euphonia chlorotica) e anu-branco (Guira guira).
O curso foi ministrado pelo pesquisador científico do Instituto Florestal (IF) Alexsander Zamorano Antunes e atendeu diversos segmentos da sociedade nos municípios de Angatuba e Guareí: estudantes de ensino médio e universitários, professores, participantes de ONGS e outros entusiastas da observação de aves.



Fotos: Acervo Estação Ecológica de Angatuba
Mais informações: Bárbara H. S. Prado – Estação Ecológica de Angatuba – Tel.: (15) 3271-3866